sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sexta-feira dia 21 de outubro de 2011.

Na noite de hoje sexta-feira estiveram reunidos  mais de 60 jovens do Grupo de Jovens Nova Geração na casa de catequese. Realizamos uma dinâmica Bíblica  e a partilha do santo evangelho. Foi dividido os jovens em dois grupos (Meninos e Meninas) para participarem da dinâmica. Os vencedores foi o grupo dos meninos, ganhando um saco de pirulito para ser dividido entre eles, também dividiram com as meninas, na verdade foi uma forma de brincadeira e aprendizado sobre as sagradas escrituras. Foi muito bom e proveitoso. Na oportunidade recebemos a visita do  Frei José Xavier da Paixão OFMcap, que dirigiu ao grupo algumas palavras de isentivo e de agradecimento pelo trabalho do grupo, que vem sendo realizado na paróquia. A oração final foi feita por Wellimara Batista, onde a mesma pediu aos presentes na oração que rezássemos pelos jovens que irão fazer a prova do ENEM.


confira as fotos.























Graça e Paz a todos!






Convite


Convidamos você para participar conosco que fazemos parte do Grupo de Jovens Nova Geração de mais uma reunião que será realizada logo mais ás 19:00hs na casa de catequese.

Haverá momentos ricos de oração e de dinâmicas que vocês vão gostar.

Participem!
Deus espera por você!

Santa Úrsula e companheiras

                                             Santa Úrsula e companheiras

Úrsula nasceu no ano 362, filha dos reis da Cornúbia, na Inglaterra. Era uma linda menina, meiga, inteligente e caridosa. Cresceu muito ligada à religião, seguindo os princípios da fé e amor em Cristo. A fama de sua beleza espalhou-se e logo os pedidos de casamento surgiram. Mas por motivos políticos seu pai aceitou a proposta feita pelo duque Conanus, pagão, oficial de um grande exército amigo.

Quando soube que o pretendente não era cristão, Úrsula primeiro recusou, mas depois, devendo obediência a seu pai e rei, aceitou, com a condição de esperar três anos, período que achou suficiente para o duque converter-se ou desistir da aliança. Para isso rezava muito junto com suas damas da Corte.

Mas parecia ser um matrimônio inevitável. Na época acertada, uma expedição, com dois navios, partiu levando Úrsula e suas damas. Eram jovens virgens como ela e se casariam, também, com guerreiros escolhidos pelo duque Conanus. As lendas e tradições falam em onze mil virgens, mas, depois, outros escritos da época e pesquisas arqueológicas revelaram que eram onze meninas. O fato real e trágico foi que, navegando pelo rio Reno, quando chegaram a Colônia, na Alemanha, a cidade estava sob o domínio do exército de Átila, rei dos hunos, povo bárbaro e pagão.

Logo os soldados hunos mataram todos da comitiva e, das virgens, apenas Úrsula escapou, pois Átila ficou maravilhado com a beleza e juventude da nobre princesa. Ele tentou seduzi-la e propôs-lhe casamento. A custo da própria vida, Úrsula recusou-o, dizendo que era já era esposa do mais poderoso de todos os reis da Terra, Jesus Cristo. Cego de ódio, ele mesmo a degolou. Tudo aconteceu em 21 de outubro de 383.

Em Colônia, uma linda igreja guarda o túmulo de santa Úrsula e suas companheiras.

Na Idade Média a italiana Ângela de Mérici, leiga e terciária franciscana, fundou uma Congregação de religiosas chamada Companhia de Santa Úrsula, destinada à formação cristã das famílias através da educação das meninas, futuras mães em potencial. Um avanço para as mulheres, pois até então só os homens eram contemplados com a instrução. A fundadora escolheu santa Úrsula como padroeira após uma visão que teve. Atualmente, as irmãs ursulinas, como são chamadas as filhas de santa Ângela, celebrada em 27 de janeiro, estão presentes nos cinco continentes. Com isso, a festa de santa Úrsula, no dia 21 de outubro, mantém-se sedimentada e muito robusta em todo o mundo católico.

Evangelho do Dia

Lucas 12,54-59
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54Jesus dizia às multidões: “Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. 55Quando sentis soprar o vento do sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. 56Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? 57Por que não julgais por vós mesmos o que é justo? 
58Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia. 59Eu te digo: daí tu não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.
- Palavra da Salvação. 

- Glória a vós, Senhor.
Breve comentário


Meus irmãos e irmãs,


Jesus nos fala que somos capazes de compreender vários sinais e tantas outras coisas que o mundo nos mostra e nos induz a acreditar e a entrar na onda do tudo posso, quero e tenho.

Com isso, deixamos passar despercebidos valiosos momentos como o povo dá época de Jesus. Jesus é um sinal no meio de nós! Seus milagres são para crermos e testemunharmos sua presença no meio de nós. Mas diante de nossa realidade, o mundo nos dá sinais profanos e destruidores e, no entanto somos crentes das coisas do mundo, ficando assim descrentes das coisas de Deus.

Se formos olhar bem, o sinal já foi dado. Jesus o Filho de Deus morreu numa cruz por cada um de nós. Sobre ele pesava as nossas iniquidades. E o que estamos fazendo para não mais pesar nossos pecados nos ombros do nosso Deus?

É muito constrangedor viver nos tempos de hoje com tudo fácil, com tantas coisas que pensamos em ser felicidade quando na verdade não passa de mera ilusão. É preciso rever nossa vida, nossos costumes, nossa cultua. Onde está nossa verdadeira felicidade?

Nos dias atuais, temos de pagar muito caro para mantermos no conforto, no luxo e na burguesia. E é isso que mais vemos no nosso dia a dia, aqui onde entra o ter, querer e poder. Enquanto buscamos viver a vida nesses três aspectos, muitos dos nossos irmãos sofrem as concequencias, com a fome, cede,miséria e a falta de respeito como seres humanos. Onde está a dignidade humana? Onde fica o mandamento de Jesus: ”Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”?

Porém, Jesus nos adverte que em quantos "muitos procuram conforto, os que são d´Ele  procuram a cruz"(moção profética). Tenhamos o cuidado de não nos apegarmos a esse conforto, pois poderá nos levar para longe de Deus, distante do que ele tem preparado para cada um de nós. Estar mas do que na hora despertar e lutarmos juntos para unir todos os corações ao coração de Cristo.

Somos convidados a reconhecer a presença de Jesus e do seu Reino nos dias em que vivemos em todos os irmãos que sofrem, nos marginalizados nos esquecidos pela sociedade e nos que se doam pelo serviço do Reino e de evangelizar com a verdade que vem de Deus, para levarmos ao mundo a paz ,a justiça, a igualdade e o amor que brota do coração do Nosso Deus.

Ailsom Medeiros Batista

quinta-feira, 20 de outubro de 2011


Santa do Dia Santa Maria Bertilla Boscardin

Santa Maria Bertilla Boscardin

Uma simples camponesa pôde demonstrar, com suas atitudes diárias, que mesmo sem êxtases, sem milagres, sem grandes feitos, o ser humano traz em si a santidade e a marca de Deus em sua vida. Se vivermos com pureza e fé, a graça divina vai manifestar-se em cada detalhe da nossa vida.

A prova disso foi a beatificação de irmã Maria Bertilla pelo papa Pio XII, em 1952, quando ele disse: "É uma humilde camponesa". Maria nasceu em 6 de outubro de 1888, na cidade de Vicenza, na Itália, e recebeu o nome de Ana Francisca no batismo. Os pais eram simples camponeses e sua infância transcorreu entre o estudo e os trabalhos do campo, rotina natural dos filhos e das filhas de agricultores dessa época.

Aos dezessete anos, mudou o modo de encarar a vida e ingressou no Convento das irmãs Mestras de Santa Dorotéia dos Sagrados Corações, quando adotou o nome de Maria Bertilla. Paralelamente, estudou e diplomou-se como enfermeira, de modo que pôde tratar os doentes com ciência e fé, assistindo-os com carinho de irmã e mãe.

Teve uma existência de união com Deus no silêncio, no trabalho, na oração e na obediência. Isso se refletia na caridade com que se relacionava com todos: doentes, médicos e superiores. Mas era submetida a constantes humilhações por parte de uma superiora.

Depois, foi enviada para trabalhar no hospital de Treviso, mais ao norte do país. Tinha apenas vinte e dois anos de idade quando, além de enfrentar a doença no próximo, teve que enfrentá-la em si mesma também. Logo foi operada de um tumor e, antes que pudesse recuperar-se totalmente, já estava aos pés dos seus doentes outra vez. As humilhações pessoais continuavam, agora associadas às dores físicas.

Na época, estourou a Primeira Guerra Mundial: a cidade de Treviso ocupava uma posição militar estratégica, estando mais sujeita a bombardeios. Era uma situação que exigia dedicação em dobro de todos no hospital. Irmã Maria Bertilla surpreendeu com sua incansável disposição e solidariedade de religiosa e enfermeira no tratamento dos feridos de guerra.

Porém seu mal se agravou e, aos trinta e quatro anos, sofreu a segunda cirurgia, mas não resistiu e morreu, no dia 20 de outubro de 1922, no hospital de Treviso.

O papa João XXIII canonizou-a em 1961. O culto em sua homenagem ocorre no dia de sua morte. Junto à sua sepultura, na Casa-mãe da Congregação em Vicenza, há sempre alguém rezando porque precisa da santa enfermeira para tratar de males diversos, e a ajuda, pela graça de Deus, sempre chega.

Evangelho do Dia

Evangelho de Lucas 12,49-53
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 49“Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! 50Devo receber um batismo, e como estou ansioso até que isto se cumpra!
51Vós pensais que eu vim trazer a paz sobre a terra? Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer divisão. 52Pois, daqui em diante, numa família de cinco pessoas, três ficarão divididas contra duas e duas contra três; 53ficarão divididos: o pai contra o filho e o filho contra o pai; a mãe contra a filha e a filha contra a mãe; a sogra contra a nora e a nora contra a sogra”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Breve comentário
Neste Evangelho, Jesus mais uma vez nos mostra o Seu amor, convidando-nos a conhecer Sua missão em meio às alegrias e dificuldades. Jesus veio nos trazer o Espírito Santo, o Espírito de amor, Aquele que nos ensina todas as coisas.
Jesus nos deixa o exemplo: Ele, que é o Rei, se fez pequeno quando pediu o batismo a João Batista, batismo esse que nos dá forças em meio ao combate espiritual, no qual a carne e o espírito conseguem vivenciar dentro de uma fraternidade de amor e paz. Após o batismo, somos chamados a vivenciar os frutos do Ressuscitado para que possamos ter uma vida plena e cheia do Espírito Santo.
Jesus era consciente de que um efeito do seu trabalho – ainda que não desejado -  ia ser causa de divisão entre os partidários do imobilismo e os que lutam por um mundo novo. Por isso, inflamou a ira dos funcionários do Templo e de todos os que se consideravam “donos da verdade”. O fogo da Palavra de Deus não era para funcionários lúgubres, saturados de doutrinas e sedentos de poder.
O fogo de Jesus não é o fogo das paixões políticas, mas do Espírito que tem de ser aprovado na entrega total, no batismo da doação pessoal. A paz de Jesus é um fogo purificador que não se confunde com a “Pax Romana”, aquela paz que Roma – e qualquer império – se esforça por proclamar. Esta é só uma tranquilidade institucional que garante a vantagem dos opressores sobre os oprimidos, do império sobre os subalternos, da injustiça sobre o direito.
O fogo purificador de Jesus faz amadurecer os mensageiros, os discípulos, os profetas, os apóstolos. O destino deles, como do Mestre, é sair ao encontro da obscuridade com um clarão que evidencia tudo o que a ordem atual esconde. O fogo põe às claras também as deficiências pessoais, as ambições subterrâneas, os desejos reprimidos. O fogo que se prova com a entrega total ao serviço do Evangelho.
Devemos observar que o Senhor Jesus Cristo não está atacando o relacionamento familiar, mas indica que nenhum laço terreno, embora muito íntimo, poderá diminuir a lealdade a Ele.
Essa lealdade pode até mesmo causar, em determinados membros de uma familia, que eles sejam afastados ou ignorados pelos outros por terem escolhido seguir a Cristo Jesus.
Podemos resumir que o Senhor Jesus Cristo se refere à espada por ser um instrumento cortante e que, da mesma forma, a sua vinda causará separação em muitas pessoas. E isto não porque Ele quer, mas pela opção de cada um em segui-lo como Senhor e salvador.
Pai, que o batismo de Jesus por sua morte de cruz purifique-me de todo pecado e de toda maldade – como um fogo ardente – abrindo o meu coração totalmente para o Senhor.
Padre Bantu Mendonça