terça-feira, 6 de novembro de 2012

Frase do Dia

" Querer vencer significa já ter percorrido metade do caminho até a vitória."

Paderwsky

Salmo


Santo do Dia

São Leonardo de Noblac
Leonardo, filho de nobres da Corte de França, nasceu no ano 491, quando o imperador era Anastácio. Segundo narrativas, o rei Clodoveu era seu padrinho de batismo. Na juventude, Leonardo não quis seguir a carreira das armas, por isso o seu padrinho quis consagrá-lo seu bispo. Leonardo não aceitou, preferiu ficar ao lado de são Remígio, então bispo de Reims. Mas pediu um privilégio, só destinado aos bispos: poder libertar os prisioneiros que viesse encontrar encarcerados, no que foi prontamente atendido.

Só mais tarde Leonardo decidiu ingressar num mosteiro para dedicar-se totalmente à vida religiosa. Primeiro, esteve no de São Maximino em Micy. Depois, foi para um antigo, fundado por santo Euspício, perto de Orleans. Já sacerdote, foi enviado a Berry, onde converteu muitos pagãos.

Mais tarde, buscou o isolamento para meditar e viver sua fé na oração. Encontrou o lugar certo para isso num bosque afastado, perto de Limonges. Lá, havia apenas uma casa tosca e simples, que lhe servia de morada. O seu ermo virou ponto de visitação de mais e mais pessoas que buscavam seus conselhos, orações e consolo.

Certo dia, sua solidão foi interrompida de um modo especial. A chegada do rei Clodoveu, que praticava uma caçada, acompanhado da rainha Clotilde, então grávida, e que nessa ocasião foi surpreendida pelas dores do parto. O rei, aflito, buscou os cuidados de Leonardo, que eliminou as dores com suas orações e conduziu o nascimento de um lindo menino horas depois. Como recompensa, o rei Clodoveu doou aquelas terras a Leonardo.

No local, que ele chamou de "Nobiliacum", para lembrar o gesto nobilíssimo do seu padrinho, ergueu um altar a Nossa Senhora, que, aos poucos, tornou-se uma intensa e fervorosa comunidade religiosa, culminando com a construção do Mosteiro de Noblac.

Diz a tradição que o monge Leonardo só deixava o mosteiro quando alguma missão o exigia, especialmente quando se tratava de resgatar e converter os pagãos encarcerados. E ainda, ele teria sido visto libertando nobres franceses que estavam prisioneiros dos turcos muçulmanos invasores. O prodígio teria ocorrido por volta do ano 1000, muitos séculos depois de sua morte, em 6 de novembro de 545.

O culto de são Leonardo de Noblac, uma das devoções mais antigas dos fiéis franceses, propagou-se em todo o mundo cristão e foi reconhecido pela Igreja. A festa ocorre no dia 6 de novembro, considerado o dia de sua morte.

Evangelho do Dia



Evangelho (Lucas 14,15-24)


Terça-Feira, 6 de Novembro de 2012
31ª Semana Comum



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 15um homem que estava à mesa disse a Jesus: “Feliz aquele que come o pão no Reino de Deus!” 16Jesus respondeu: “Um homem deu um grande banquete e convidou muitas pessoas. 17Na hora do banquete, mandou seu empregado dizer aos convidados: ‘Vinde, pois tudo está pronto’.
18Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: ‘Comprei um campo, e preciso ir vê-lo. Peço-te que aceites minhas desculpas’. 19Um outro disse: ‘Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-las. Peço-te que aceites minhas desculpas’. 20Um terceiro disse: ‘Acabo de me casar e, por isso, não posso ir’.
21O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Então o dono da casa ficou muito zangado e disse ao empregado: ‘Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos’.
22O empregado disse: ‘Senhor, o que tu mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar’. 23O patrão disse ao empregado: ‘Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui, para que minha casa fique cheia’. 24Pois eu vos digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário
Estamos diante de um texto que nos relata o convite ao grande banquete que prefigura aquele do qual, um dia, participaremos eternamente. Dentre os vários aspectos que se pode destacar estão os servos enviados pelo dono da casa, os convidados ao banquete e, por último, as consequências do “aceitá-lo” ou “não”.
De duas formas foram enviados os servos. Primeiro, um convite; logo, um segundo convite para o dono da festa estar seguro da presença dos convidados. Evidentemente, os servos eram os profetas. Temos as palavras de Isaías (cf. 41,8), na qual vemos que todo o povo de Israel era considerado como servo: “Mas tu Israel, servo meu, tu Jacó a quem escolhi, descendente de Abraão, meu amigo”. Porém, como enviados – não como acolhidos ou escolhidos – os verdadeiros servos são os profetas, segundo Jeremias 7,25: “Desde o dia em que vossos pais saíram da terra do Egito até hoje, enviei-vos todos os meus servos, os profetas, todos os dias, começando de madrugada, eu os enviei”.
A primeira leva corresponde aos profetas do Antigo Testamento. De modo especial a João Batista, que começou declarando que “o Reino está à vista” (cf. Mt 3,2) e enviado como mensageiro segundo Mc 1,2. Como segunda leva, temos o próprio Jesus e Seus apóstolos, a quem o próprio Senhor enviou em missão (cf. Mt 10,1; Mc 3,13 e Lc 9,2). Tanto num caso como noutro, os convivas não aceitaram o banquete.
Os convivas eram o povo judeu, representado pelos seus dirigentes. Deduzimos isto pelo próprio comentário de Jesus sobre a conduta dos fariseus e escribas: “Não entrais nem deixais entrar os que querem fazê-lo” (Mt 23,13). Os fatos, ajustando-nos ao tempo histórico de Jesus, dão razão ao desenvolvimento da parábola: João, o primeiro arauto do Reino, foi decapitado pelo tetrarca da Galileia e os chefes dos sacerdotes e os anciãos não reconheceram sua função profética (cf. Mt 21,27.32). O próprio Jesus, em cuja pessoa radicava o Reino, foi rejeitado e morto por instigação dos dirigentes, o Grande Sinédrio (cf. Mt 29,16-19). Os discípulos também foram perseguidos, como Estevão e São Tiago Maior. E até Pedro, que se livrou de modo especial da morte.
Ao saber o rei como foram tratados os seus servos, montou em cólera e enviou soldados para destruírem aqueles homicidas e queimarem a sua cidade. Jesus descreve o castigo brutal que era devido a uma cidade rebelde segundo os costumes da época. Os homens eram mortos ou escravizados. A cidade era entregue às chamas. Evidentemente, é o que aconteceu com Jerusalém diante da qual Jesus chorou exclamando: “Deitarão por terra a ti e a teus filhos no meio de ti, e não deixarás de ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste o tempo em que foste visitada” (Lc 18,44). E o mesmo acontecerá conosco se não aceitarmos o convite à conversão!
Há duas partes na parábola que devemos distinguir e diferenciar para entendê-la melhor: a primeira é sobre a rejeição dos judeus, especialmente de seus dirigentes, que ainda perdura como referência atual de que as palavras de Jesus têm força total: “Nenhum dos convivas provará meu jantar” (Lc 13,24).
No Reino, haverá sempre pessoas indignas, a mistura do joio com o trigo do capítulo 13 de Mateus. Nem todos terão a veste limpa que era exigida nas bodas – que significa que a bondade deve ser a marca dos convivas novos, como também é a marca de Deus, pois essa bondade divina nos atinge não só como um exemplo a imitar, mas também como um mandato a cumprir. Por isso dirá Jesus: “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36).
Talvez a melhor explicação sobre a veste nupcial seja a dada por Paulo em 1 Cor 6,9 sobre os herdeiros do Reino – aqueles que entraram, mas não puderam permanecer: “Nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os pederastas, nem os ladrões, nem os gananciosos, nem os beberrões, nem os caluniadores, nem os rapaces herdarão o reino de Deus”.
Outra passagem que não podemos esquecer é a que vimos, anteriormente, sobre os eleitos do Cordeiro (Primeira Leitura). O amor está como “motor último” dessas virtudes que alguns chamam passivas, mas que exigem uma fortaleza inusitada. Com elas imitamos a Deus rico em misericórdia (cf. Ef 2,4) e o Verbo que, sendo rico, despojou-se da glória de sua divindade mostrando a humilde condição humana e “humilhou-se, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” (Fp 2, 6-8).
Padre Bantu Mendonça

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Festa de São Francisco

Hoje Dia 26/10/2012 teve início na comunidade São Francisco a Festa de São Francisco.
A comunidade estará em Festa até o dia 28/10/2012. Hoje tivemos às 19hs procissão com a bandeira, hasteamento e logo depois a celebração eucarística(CELEBRANTE: Fr. Hélio Junior OFMcap) 
 CONFIRA AS FOTOS:





terça-feira, 23 de outubro de 2012

Lazer no Rio Piranhas.



Domingo dia 21 de outubro,pela manhã, os jovens do grupo de jovem Nova Geração estiveram reunidos nas margens do Rio Piranhas, numa manhã de lazer. O ponto de encontro foi a praça padre João Maria. Em seguida nos dirigimos para o Rio, onde chegando lá, ouve um café partilhado para todos e também um momento de oração para os presentes e pedindo também a benção para os alimentos que Nosso Senhor nos concede pela sua bondade. Retornamos ás 11:00 da manhã.
Confira as fotos. 




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Santo do Dia


                            São Gaudêncio
                                                              
O nome do santo que lembramos neste dia, é Gaudêncio, que vem do latim "gaudere", que significa alegrar-se. Muito sugestivo, pois é com alegria que contemplamos a vida deste santo Bispo de Bréscia, na Itália.
Provavelmente, era natural daquela cidade que conheceu no século II o Cristianismo, e onde fazia parte do seu Clero diocesano. Muito conhecido e respeitado pela santidade, zelo pastoral e eficácia na pregação, São Gaudêncio foi amigo de vários outros Bispos santos (principalmente Santo Ambrósio de Milão).
No ano 400, como peregrino, foi conhecer a Igreja de Cristo e as grandes igrejas da antiguidade. Nesta viagem, fez amizade com o Patriarca de Constantinopla, São João Crisóstomo, e também no Oriente adquiriu relíquias de mártires, que levou para sua cidade episcopal, a fim de motivar a pureza da fé.
Admirado pela oratória, deixou como riqueza numerosos sermões, tratando do mistério pascal, festas litúrgicas e comentários sobre o Evangelho. Após uma vida muito frutuosa no culto e no cuidado das ovelhas do Bom Pastor, principalmente de amor aos pobres, Gaudêncio entrou no Céu no ano de 410.
Desde logo recebeu o culto de veneração que a Igreja ratificou em seu Martirológio. Suas relíquias conservam-se na Igreja de São João Evangelista em Bréscia.

São Gaudêncio, rogai por nós!