quarta-feira, 13 de junho de 2012

Santo do Dia

Santo Antônio de Pádua
Santo Antônio de Pádua é tão conhecido por seu nome de ordenação que chamá-lo pelo nome que recebeu no batismo parece estranho: Fernando de Bulhões e Taveira de Azevedo. Além disso, ele era português: nasceu em 1195, em Lisboa. De família muito rica e da nobreza, ingressou muito jovem na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Fez seus estudos filosóficos e teológicos em Coimbra e foi lá também que se ordenou sacerdote. Nesse tempo, ainda estava vivo Francisco de Assis, e os primeiros frades dirigidos por ele chegavam a Portugal, instalando ali um mosteiro. 

Os franciscanos eram conhecidos por percorrer caminhos e estradas, de povoado em povoado, de cidade em cidade, vestidos com seus hábitos simples e vivendo em total pobreza. Esse trabalho já produzia mártires. No Marrocos, por exemplo, vários deles perderam a vida por causa da fé e seus corpos foram levados para Portugal, fato que impressionou muito o jovem Fernando. Empolgado com o estilo de vida e de trabalho dos franciscanos, que, diversamente dos outros frades, não viviam como eremitas, mas saiam pelo mundo pregando e evangelizando, resolveu também ir pregar no Marrocos. Entrou para a Ordem, vestiu o hábito dos franciscanos e tomou o nome de Antônio. 

Entretanto seu destino não parecia ser o Marrocos. Mal chegou ao país, contraiu uma doença que o obrigou a voltar para Portugal. Aconteceu, porém, que o navio em que viajava foi envolvido por um tremendo vendaval, que empurrou a nave em direção à Itália. Antônio desembarcou na ilha da Sicília e de lá rumou para Assis, a fim de encontrar-se com seu inspirador e fundador da Ordem, Francisco. Com pouco tempo de convivência, transmitiu tanta segurança a ele que foi designado para lecionar teologia aos frades de Bolonha. 

Com apenas vinte e seis anos de idade, foi eleito provincial dos franciscanos do norte da Itália. Antônio aceitou o cargo, mas não ficou nele por muito tempo. Seu desejo era pregar, e rumou pelos caminhos da Itália setentrional, praticando a caridade, catequizando o povo simples, dando assistência espiritual aos enfermos e excluídos e até mesmo organizando socialmente essas comunidades. Pregava contra as novas formas de corrupção nascidas do luxo e da avareza dos ricos e poderosos das cidades, onde se disseminaram filosofias heréticas. Ele viajou por muitas regiões da Itália e, por três anos, andou pelo Sul da França, principal foco dessas heresias. 

Continuou vivendo para a pregação da palavra de Cristo até morrer, em 13 de junho de 1231, nas cercanias de Pádua, na Itália, com apenas trinta e seis anos de idade. Ali, foi sepultado numa magnífica basílica romana. Sua popularidade era tamanha que imediatamente seu sepulcro tornou-se meta de peregrinações que duram até nossos dias. São milhares os relatos de milagres e graças alcançadas rogando seu nome. Ele foi canonizado no ano seguinte ao de sua morte pelo papa Gregório IX. 

Na Itália e no Brasil, por exemplo, ele é venerado por ajudar a arranjar casamentos e encontrar coisas perdidas. Há também uma forma de caridade denominada "Pão de Santo Antonio", que copia as atitudes do santo em favor dos pobres e famintos. No Brasil, ele é comemorado numa das festas mais alegres e populares, estando entre as três maiores das chamadas festas juninas. No ano de 1946, foi proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII.

Evangelho do Dia


Evangelho (Mateus 5,17-19)


Quarta-Feira, 13 de Junho de 2012
Sto. Antonio de Pádua


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento.
18Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. 19Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário
A Lei de Moisés, como nós a concebemos, é descrita nos livros bíblicos de Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Assim, para Jesus, a lei moral é obra da sabedoria divina. Por isso, podemos defini-la, em sentido bíblico, como uma instrução paterna, uma pedagogia de Deus. Ela prescreve ao homem os caminhos, as regras de procedimento que o levam à bem-aventurança prometida e lhe proíbe os caminhos do mal, que o desvia de Deus e do Seu amor. Eis por que Jesus diz: “o céu e a terra passarão”. Porém, nada será tirado da Lei, nem a menor letra nem qualquer acento.
A questão da obediência aos mandamentos divinos, ou tudo quanto Deus ordena, não visa à salvação, pois entra no campo da santificação e não da justificação. Entender o papel da lei como meio de salvação seria um uso “ilegítimo” dela (1 Timóteo 1,8).
O fracasso espiritual de Israel, que motivou sua rejeição como propriedade de Deus, não estava na lei, que é “perfeita, santa, justa, boa, espiritual e prazerosa” (Salmo 19,7; Romanos 7,12.14.22), mas na atitude de autoconfiança do povo quanto às suas possibilidades de obedecer-lhe plenamente.
Por isso é que Jesus, dirigindo-se ao povo, diz: “Não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo (cf. Mateus 22,36-40). Assim, Ele ressaltou os princípios básicos da lei divina como sendo “amor a Deus sobre todas as coisas” e “amor ao próximo como a si mesmo”. Paulo confirma, em Romanos 13,8-10, que estes princípios sempre foram reconhecidos pelos cristãos como a síntese da lei divina tanto na linha “horizontal” ou seja, no amor ao próximo, quanto “vertical”, o amor a Deus.
Com pouca margem de erro, eu diria que há preceitos de caráter cerimonial, civil e moral na lei divina, independente de ocorrer tal linguagem “técnica” nas páginas bíblicas, fato reconhecido por confissões de fé e autoridades cristãs de diferentes confissões do passado e do presente. Em toda a Lei está a defesa da vida que, afinal, é um dom de Deus.
No sermão da montanha, bem como no diálogo com o jovem rico, Cristo, ao tratar do verdadeiro espírito da Lei, lembra que Deus leva em conta não só a mera obediência ao seu texto, mas as reais e íntimas intenções do indivíduo quanto a tal obediência.
Nenhum dos mandamentos da lei de Deus tem aplicação limitada a Israel. O próprio princípio do sábado foi estendido aos “filhos dos estrangeiros” (Isaías 56,2-8) e todas as pessoas de todas as nacionalidades têm necessidade de um dia regular de repouso, daí a razão de o “sábado ser feito por causa do homem” (cf. Marcos 2,27).
No novo concerto, os princípios básicos da lei divina são escritos por Deus no coração e na mente de Seus filhos, judeus ou gentios, nos moldes do que havia sido prometido ao antigo Israel em Ezequiel 36,26-27 e Jeremias 31,31-33.
De agora em diante, deve-se viver a novidade do Reino do Céu, que é a prática e o ensino das bem-aventuranças.
Padre Bantu Mendonça

terça-feira, 12 de junho de 2012

Feliz Dia dos Namorados!

Que DEUS abençoe todos os casais não só nesta data mas todos os dias!!!
Dando sabedoria e paz a cada um...


Felicidades!
Isto é o que deseja o Grupo de Jovens Nova Geração!!!
                                                              
                                      Graça & Paz!!! 

Salmo


Santo do Dia

São João de Sahagun
João Gonzáles de Castrillo, filho de nobres e cristãos, nasceu em 1430 na cidade de Sahagun, reino de León, Espanha. Estudou na sua cidade natal com os monges beneditinos da abadia de São Facundo, recebendo a ordenação sacerdotal em 1453. 

O arcebispo de Burgos nomeou-o seu pajem e depois cônego e capelão da diocese. Depois da morte do bispo, João doou todos os seus bens, menos uma residência, onde construiu a capela de Santa Agnes, em Burgos. Devoto da Santíssima Eucaristia, celebrava a missa diariamente, ministrando o sacramento, pregando para a população pobre e ignorante. Essa era sua maneira de catequizar. Mas depois João afastou-se para cursar teologia na faculdade de Salamanca. Porém, antes de retornar à sua diocese, deixou sua marca naquela cidade. 

Consta dos registros oficiais que, certa vez, a comunidade dividiu-se em dois partidos antagônicos e a disputa saiu do campo das idéias para chegar a uma luta de vida e morte. Entretanto, antes que a batalha iniciasse, João colocou-se entre os dois, pregou, orientou, aconselhou e um pacto de paz foi assinado entre eles para nunca mais haver derramamento de sangue. Desde então ganhou o apelido de "O Pacificador". 

O seu fervor ao celebrar o santo sacrifício emocionava os fiéis, que em número cada vez maior acorria para ouvir seus ensinamentos. Um fato foi relatado sobre ele e que todos aqueles que estavam dentro da igreja também presenciaram: a forma do corpo de Jesus em uma de suas consagrações. Com isso passou a ser o conselheiro espiritual de todos na cidade e todos seguiam seus conselhos. 

Em 1463, ele foi acometido de uma doença muito grave. Na ocasião, decidiu que, depois de curado, entraria para uma ordem religiosa. No ano seguinte, ingressou na Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, em Salamanca. Conhecido como João de Sahagun, logo foi o noviço sênior, enquanto continuava a pregar em público, tornando seus sermões cada vez mais eloqüentes e destemidos. 

Consta que, durante uma de suas pregações, condenava com veemência os poderosos e, ao perceber a presença de um duque que se sentiu atingido pelo discurso, disse diretamente a ele que não temia a morte, como se adivinhasse seus pensamentos. 

Chamado de apóstolo de Salamanca, foi eleito prior da comunidade em 1478. Ele mesmo previu a sua morte. Que ocorreu como uma conseqüência dos dons que possuía de enxergar o coração das pessoas e de aconselhá-las, para conseguir a conversão e a remissão da vida pecadora desses cristãos. Ele foi envenenado, por vingança de uma ex-amante, cujo companheiro, convertido por ele, a abandonou para voltar à vida familiar cristã. 

João de Sahagun morreu em 11 de junho de 1479. Venerado ainda em vida por sua santidade, depois da morte as graças e milagres por sua intercessão continuaram a ocorrer. O seu culto foi autorizado para o dia 12 de junho, quando foi declarado santo pela Igreja, em 1690. A cidade de Salamanca considera são João de Sahagun um dos seus padroeiros.

Evangelho do Dia


Evangelho (Mateus 5,13-16)

Terça-Feira, 12 de Junho de 2012
10ª Semana Comum


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 13“Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens.
14Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte.15Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim num candeeiro, onde ela brilha para todos os que estão em casa. 16Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


Comentário


Depois de ter apresentado Seu projeto aos discípulos, Jesus revela um novo estilo de vida para eles. Ele os chama a refletir sobre as propriedades do sal e da luz. Aqui quero partilhar somente contigo o que significa o sal e a luz que devemos ser.
O sal conserva, preserva, evita a deterioração e purifica. O cristão – como sal – cria sede espiritual nos outros e, como luz, conduz as pessoas Àquele que é a fonte da salvação.
O sal, antes de ser aplicado, é visível, porém, ao começar a agir – temperando, preservando e purificando – torna-se invisível. Somos também assim ou gostaríamos tanto de aparecer que murmuramos quando isso não acontece? Mesmo não aparecendo, a ação do sal é claramente sentida.
É sabido que a carne com vida não precisa ser salgada para preservar-se. Quando Jesus disse aos seus discípulos: “Vós sois o sal da terra”, deixou claro que a humanidade sem Deus está espiritualmente morta, perdida e prestes a perecer.
“Bom é o sal, mas se este se torna insípido, como lhe restaurar o sabor? Tende sal em vós mesmos e paz uns para com os outros”. Quando Jesus afirmou que nós somos a “luz do mundo”, quis dizer, ao mesmo tempo, que o mundo está nas trevas e que Sua vontade em relação a nós é que sejamos um instrumento Seu na evangelização mundial.
Vejamos, agora, algumas propriedades da luz que devemos observar:
Sua função é brilhar. Ela o faz sobre um criminoso e sobre uma criança inocente, sobre uma poça de lama e sobre uma flor. Assim também a nossa missão de luz do mundo é mostrar a luz do Evangelho sobre todos os povos, sem qualquer distinção.
A luz a que Jesus se referiu era uma lamparina alimentada por um pavio, mergulhada no azeite. Se faltasse o azeite, o pavio se queimaria e danificava a lâmpada. O mesmo ocorre com o verdadeiro cristão: ele depende sempre do óleo do Espírito Santo para difundir a luz de Cristo.
Mesmo que ela ilumine um monte de lixo, prossegue incontaminada em sua missão. Assim deve ser o cristão: viver neste mundo tenebroso sem se contaminar com seus pecados.
A luz tem progredido pelo tempo, desde a luz da lenha até a luz fluorescente. E continua a progredir, acompanhando o desenvolvimento da tecnologia. De igual modo, o cristão deve brilhar mais e mais.
Brilhando com intensidade e sem interrupção, ele enxuga brejos, drena a umidade, cicatriza ferimentos e funciona como germicida. É o cristão que, de várias maneiras, abençoa este mundo não só espiritual, mas também materialmente. Qual a intensidade da sua luz? De pleno sol sem nuvens ou luz de eclipse? Continua brilhando ou ofuscada por causa dos problemas do dia a dia?
Padre Bantu Mendonça

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aniversariante do Dia Frei Hélio, pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Aflitos da cidade de Jardim de Piranhas/RN

Parabéns Frei Hélio!!!
Nós que fazemos parte do Grupo de Jovens Nova Geração,
te desejamos muitas felicidades e muitos anos de vida.
Que DEUS te Abençoe!
Graça & Paz!!!